Secretaria de Saúde participa de oficina sobre vigilância da qualidade da água para consumo humano

Com realização até a próxima quinta-feira (11/5), na capital, evento propõe, entre outros pontos, a elaboração de uma Diretriz Nacional para o tema

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Oficina Regional de Trabalho é promovida pelo Ministério da Saúde
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Belo Horizonte sedia, até a próxima quinta-feira (11/5), a Oficina Regional de Trabalho sobre a atuação da Vigilância da qualidade da água para consumo humano em surtos de transmissão hídrica na região Sudeste. O encontro conta com apresentação de palestras e estudos de caso.

Além de obter subsídios para a elaboração da Diretriz Nacional, o evento promovido pelo Ministério da Saúde, também tem como objetivo capacitar os profissionais de saúde do âmbito estadual e municipal nesses eventos de saúde pública. O Governo de Minas Gerais é representado, nesta ação, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).

“A oficina nasceu a partir da necessidade de se ter um documento, uma diretriz norteadora para organizar os fluxos de trabalho, definindo melhor as ações dos atores. Para construir esse documento de forma integrada, é fundamental a participação de todos os envolvidos”, explica Fernanda Queiroz, da coordenadoria geral de Vigilância em Saúde Ambiental do Ministério da Saúde.

Presente neste primeiro de três dias de evento, o subsecretário de Vigilância e Proteção à Saúde da SES-MG, Rodrigo Said, destacou a importância do trabalho desenvolvido pela Vigilância, que atua identificando fatores de riscos. “É preciso, por isso, qualificar permanentemente toda a Vigilância, melhorando a organização da área para que se possa fazer frente aos desafios que surgem em saúde pública”, reforçou.

De acordo com a superintendente de Vigilância Epidemiológica, Ambiental e Saúde do Trabalhador, Deise Aparecida dos Santos, uma investigação de surto envolve diferentes áreas, como a Vigilância Sanitária, a Atenção Primária, o laboratório e a Vigilância Epidemiológica. “Esta oficina é muito oportuna, pois, em se tratando de doenças de transmissão hídrica, é fundamental agir de forma oportuna e rápida”, ressaltou.



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