Secretaria de Estado de Saúde participa do II Fórum de Hepatites Virais

Evento apresentou aos profissionais de saúde o novo protocolo clínico para o tratamento da doença pelo SUS

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Com o novo Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas para Hepatites Virais e abordando assuntos como o fluxo de dispensação de medicamentos de alto custo, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), em parceria com o Ambulatório de Hepatites Virais do Instituto Alfa de Gastroenterologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), realizou nesta segunda-feira (11/9), o II Fórum de Hepatites Virais. O evento ocorreu no salão nobre da Faculdade de Medicina da UFMG.

Com a presença da Diretora de Vigilância Epidemiológica da SES-MG, Janaína Almeida, e da representante da Superintendência de Assistência Farmacêutica da SES-MG, Flávia Rabelo, farmacêuticos e profissionais de saúde de diversos municípios mineiros foram atualizados sobre os assuntos referentes à doença.

Fazendo parte da mesa de abertura, a representante da Superintendência de Assistência Farmacêutica da SES-MG, Flávia Rabelo, abordou o fluxo de dispensação de medicamentos do Estado de Minas Gerais. Flávia explicou todo o processo até a entrega dos medicamentos.

“A porta de entrada para que o usuário possa conseguir o medicamento é o Núcleo de Atenção Farmacêutica. A partir deste ponto, ocorre a conferência da documentação, a avaliação e análise técnica documental da solicitação ou da renovação da continuidade do tratamento. Por último ocorre a fase de dispensação que é a retirada do medicamento pelo usuário”, explicou.

A Diretora de Vigilância Epidemiológica da SES-MG, Janaína Almeida, destacou que o II Fórum de Hepatites Virais foi de extrema importância para capacitar os profissionais participantes em relação ao novo protocolo clínico de diretrizes terapêuticas, publicado na última segunda-feira (04/09), no Diário Oficial da União.

“O novo protocolo contempla a alteração de algumas medicações, o aumento dos pacientes elegíveis ao tratamento e a discussão da modificação e do diagnóstico oportuno dos pacientes, principalmente agora com a introdução do teste rápido de hepatite B e C na Atenção Básica”, disse.

Participando do evento, a Farmacêutica da Farmácia de dispensação de medicamentos antirretrovirais de Ibirité, Lázara Montezano Lopes, aprovou a realização do evento. “Saber o real fluxo para a dispensação do medicamento é muito importante, principalmente para orientarmos os usuários que nos procuram e que precisam do tratamento”, disse.

A doença

A Hepatite C é uma inflamação do fígado, causada pelo vírus VHC e transmitida por sangue contaminado. Assim como outros tipos, a hepatite C não desperta sintomas e por isso, muitas vezes as pessoas não sabem que tem a doença.

No Brasil, estima-se que cerca de 2 milhões de pessoas tenham hepatite C e que a grande maioria dessas pessoas não desconfia que têm o problema. O tratamento é medicamentoso, feito com uma combinação de medicamentos.



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